Neuro-Auditory Protection

Aurivit — suplemento para zumbido nos ouvidos e bem-estar auditivo

Sete ativos numa cápsula de 500 mg: extratos titulados de Ginkgo biloba e Rhodiola rosea, magnésio, zinco, vitamina B12, vitamina A e vitamina B2. Duas cápsulas por dia dão 240 mg de extrato de ginkgo e 480 mg de extrato de rodiola — quantidades declaradas no rótulo e verificadas lote a lote, não vestígios para constar da lista.

  • Pagamento na entrega
  • 440,3 mg de ativos por cápsula
  • Envio para Portugal continental
  • Diretamente do fabricante
Aurivit — site oficial do fabricante
20 cápsulas
39 € 78 € −50%

3,90 € por dia · 2 cápsulas · 10 dias por embalagem

Escreva o seu nome — o consultor precisa dele para o contactar.
Verifique o número: apenas os algarismos, sem o indicativo do país.

Paga ao estafeta na entrega, em dinheiro ou com cartão. Sem pagamento antecipado. O número serve apenas para a chamada de confirmação.

O que é o Aurivit

O Aurivit é um suplemento alimentar em cápsulas para o bem-estar auditivo. Cada embalagem tem 20 cápsulas; tomam-se duas por dia, portanto uma embalagem cobre dez dias completos.

Cada cápsula pesa 500 mg e contém 440,3 mg de ativos: 88% do peso. O resto é o invólucro e o que mantém o pó estável. Não há enchimentos decorativos nem extratos em doses simbólicas.

A fórmula cobre três frentes gerais do organismo, e são as que as alegações autorizadas na União Europeia descrevem: o normal funcionamento do sistema nervoso, a redução do cansaço e da fadiga e a proteção das células contra as oxidações indesejáveis. Nenhuma delas diz respeito à audição, à cóclea ou ao zumbido — não existe uma única alegação autorizada que faça essa ligação, e explicamos porquê na página da composição.

  • 20cápsulas por embalagem
  • 2cápsulas por dia
  • 500 mgpeso de uma cápsula
  • 88%de ativos no total

Sintomas do zumbido nos ouvidos e quem é afetado

O zumbido raramente aparece sozinho. Os sintomas que nos descrevem ao telefone repetem-se: um som que não vem de fora e se ouve mais no silêncio, dificuldade em perceber a fala com ruído de fundo, sensação de ouvido tapado, televisão dois pontos acima do costume. Afeta especialmente quem passou dos quarenta, mas a idade não é o único fator de risco: entre os clientes há pedreiros, bateristas, técnicos de som e trintões que passam oito horas em open space com auscultadores.

Homem sentado ao serão num cadeirão, numa sala silenciosa, com apito no ouvido

O apito ouve-se mais ao serão

Durante o dia o ruído de fundo tapa-o. Quando a casa fica em silêncio, volta e passa a ser o último pensamento antes de adormecer. É a queixa mais comum de todas e a que mais afeta a qualidade do sono.

Duas pessoas à mesa de um restaurante inclinam-se para se ouvirem melhor

«Desculpa, podes repetir?» à mesa

As palavras estão lá, mas no burburinho misturam-se. Seguir uma conversa ao restaurante exige um esforço que antes não era preciso. Embora quase ninguém a leia assim, esta dificuldade com ruído de fundo é dos primeiros sinais de perda auditiva nos agudos.

Casal no sofá em frente à televisão com o volume aumentado

A televisão sobe dois pontos

São os outros que reparam primeiro. É o sinal mais comum e o mais fácil de ignorar durante meses. Quando alguém em casa comenta o volume duas vezes na mesma semana, vale a pena marcar uma avaliação auditiva.

Células ciliadas da cóclea vistas de perto

Anos de ruído às costas

Obra, sala de ensaios, oficina, auscultadores no máximo. As células ciliadas não se regeneram: as lesões acumulam-se e o que resta precisa de apoio. O uso diário de auscultadores em volume alto conta tanto como uma obra.

Que som é o seu: apito, chiado, tinido ou pulsação

Ninguém descreve o zumbido nos ouvidos da mesma maneira. Ao telefone, as descrições que nos chegam vão do apito ao chiado, de uma campainha ao longe a uma panela de pressão a assobiar; há quem fale de zumbidos nos dois ouvidos e quem situe o som dentro da cabeça, sem lado. O tipo de som não é um pormenor: é das primeiras coisas que um otorrinolaringologista pergunta, porque ajuda a identificar a causa.

  • Apito ou sibilo agudo

    É o mais frequente. Um som fino, de alta frequência, contínuo, que se ouve sobretudo quando a casa fica em silêncio. Costuma andar junto com perda auditiva nos agudos — a que vem dos anos de ruído e a que vem da idade.

  • Chiado contínuo, como vapor a escapar

    Um chiado de fundo que não para, comparado a uma panela de pressão, a uma cascata ou a um rádio mal sintonizado. Está ligado sobretudo a exposição prolongada a ruído. Ao contrário do que acontece com o apito, muita gente diz que o ouve o dia inteiro, e não só à noite.

  • Tinido intermitente, cliques e estalos

    Vem e vai: dura segundos ou minutos e desaparece. Depois de um concerto ou de um dia de obra, passa habitualmente em 48 horas. Se durar mais de uma ou duas semanas, já não é passageiro. Os cliques e estalos são outra coisa — resultam de espasmos dos pequenos músculos do ouvido médio ou do palato.

  • Pulsação ao ritmo do coração

    O chamado zumbido pulsátil bate ao ritmo do pulso e aumenta com o esforço. É o único tipo que às vezes outra pessoa consegue ouvir com um estetoscópio, porque vem do sangue a passar em vasos junto ao ouvido. Pode estar ligado a tensão arterial alta ou a uma alteração vascular: marque consulta em vez de tomar seja o que for.

Causas do zumbido nos ouvidos: os principais fatores

O zumbido é um sintoma, não uma doença, e é comum: as estimativas apontam para 10% a 20% dos adultos. Na maioria dos casos há perda auditiva por trás, mesmo ligeira e mesmo sem a pessoa dar por ela — devido ao ruído, à idade ou às duas coisas somadas. Estas são as causas mais comuns e os fatores de risco que um médico procura identificar antes de tudo o resto. Há ainda uma lista de medicamentos ototóxicos que o podem causar — aspirina em doses altas, alguns antibióticos, alguns diuréticos e alguns quimioterápicos —, e por isso a revisão da medicação faz parte de qualquer consulta.

Anos de ruído às costas
Obra, sala de ensaios, oficina, discoteca, auscultadores no máximo. O ruído alto danifica as células ciliadas da cóclea, que não se regeneram. Danificadas, mandam ao cérebro sinais elétricos que ele interpreta como som — e o som fica lá quando o ruído já foi embora.
A idade: presbiacusia
A audição perde os agudos a partir dos sessenta, nos dois ouvidos, devagar. O cérebro deixa de receber uma faixa de frequências e preenche o vazio com ruído próprio. É a causa mais frequente de zumbido depois dessa idade e explica porque é tão comum entre pessoas mais velhas.
Cera a tapar o canal auditivo
Cerúmen impactado altera a pressão sobre o tímpano e chega para provocar zumbido, ouvido tapado, comichão e tonturas. É das poucas causas que se resolve numa consulta: removida a cera, o som costuma ir com ela. Cotonete não serve — empurra a cera para dentro.
Tensão arterial, açúcar e circulação
Hipertensão, aterosclerose, colesterol alto e diabetes alteram o fluxo sanguíneo junto ao ouvido interno. É este grupo que está por trás do zumbido pulsátil, o que bate ao ritmo do coração. Controlar a tensão e o açúcar é, nestes casos, o que mais mexe no sintoma.
Stress, ansiedade e noites mal dormidas
O stress não inventa o som, mas sobe-lhe o volume: o sistema límbico decide a que ruídos o cérebro dá prioridade. Depois fecha-se o ciclo — o zumbido tira o sono, dormir mal agrava o zumbido, e a irritabilidade e a falta de concentração fazem o resto. Cafeína, álcool e tabaco agravam os dois lados deste ciclo, e reduzir o consumo dos três é a primeira coisa que se pede na consulta.
Labirintite, otites e infeções
Uma otite média, uma infeção respiratória que sobe pela trompa de Eustáquio ou uma labirintite deixam líquido e inflamação onde devia haver ar. O resultado é uma sensação de ouvido cheio, audição abafada e, muitas vezes, zumbido; na labirintite juntam-se vertigem e desequilíbrio, porque o labirinto trata também do equilíbrio. Aqui o som costuma ir atrás da causa: tratada a infeção, tende a desaparecer sozinho. É a razão pela qual ninguém deve tomar seja o que for antes de um especialista ver o ouvido por dentro.
Doença de Ménière e outros distúrbios do ouvido interno
A doença de Ménière é bem menos frequente do que a internet sugere, mas tem um quadro reconhecível: crises de vertigem que duram horas, perda auditiva que vai e vem, zumbido grave e sensação de pressão dentro do ouvido, quase sempre de um lado só. Ao lado dela ficam outras condições do ouvido interno e do nervo — a otosclerose, o neurinoma do acústico, as lesões por traumatismo craniano. São doenças com diagnóstico e seguimento próprios: identificam-se com exames, não com suplementos.

Viver com o som: o que ele custa num dia

Quem nos telefona raramente começa pelo som. Começa pela noite que não deu para dormir, pela reunião em que teve de voltar a perguntar, pelo jantar a que disse que não. O zumbido é um sintoma; o que pesa é o espaço que ocupa. Isto é o que nos descrevem — não é uma lista de sintomas nem uma promessa de que um suplemento alimentar resolva alguma destas coisas.

  1. As quatro da manhã são a pior hora

    Adormecer é metade do problema. A outra metade é acordar de madrugada, quando a casa está no ponto mais silencioso da noite e o som fica sozinho no quarto. A partir daí começa a aritmética: faltam três horas para o despertador, e cada minuto acordado é contado. O sono é das primeiras coisas por que perguntam na consulta de otorrinolaringologia, ao lado da exposição ao ruído e do tabaco — antes de qualquer exame.

  2. Ler a mesma linha três vezes

    Não é falta de memória nem de vontade: é atenção gasta noutro sítio. Seguir uma conversa com ruído de fundo já custa; se o cérebro está ao mesmo tempo a vigiar um apito interno, sobra menos para o conteúdo. As pessoas descrevem-no como esquecimento — o nome de quem acabaram de conhecer, o fio a meio de um parágrafo, o que iam buscar à outra divisão. Os questionários que os médicos usam para medir o impacto do zumbido incluem perguntas sobre concentração e atenção, e não é por acaso.

  3. O pavio fica mais curto

    A irritabilidade chega antes de qualquer pessoa reparar. Depois vêm as recusas: o restaurante barulhento, o casamento, o café cheio ao sábado de manhã. Quase ninguém diz que se está a isolar — diz que está cansado. E há a parte que não se vê: é um som que só o próprio ouve, sem exame que o mostre a quem está do outro lado da mesa, o que torna difícil explicá-lo sem parecer exagero. Conviver com um sintoma invisível gasta tanto como o sintoma.

  4. Meses a medir se está pior

    Ao fim de algumas semanas instala-se um hábito: verificar. Acordar e procurar o som para saber se subiu, testar o silêncio da cozinha, comparar com ontem, com o mês passado. O ato de medir mantém o som em primeiro plano, que é exatamente onde ele faz mais estrago. Nos casos crónicos, a evolução descrita pelos médicos não é habitualmente de agravamento progressivo, mas de estabilização — e a habituação, que é o que as abordagens usadas na consulta procuram, começa quando o som deixa de ser vigiado.

  5. O que os médicos medem é a qualidade de vida

    Na consulta não se mede o volume do som — não há aparelho que o faça. Mede-se o quanto ele afeta a vida: sono, concentração, humor, trabalho, relações. É isso que os questionários validados perguntam e é isso que decide se o caso precisa apenas de acompanhamento ou de um plano com terapia sonora e apoio psicológico. Uma minoria descreve um impacto grave e incapacitante; a maior parte das pessoas convive com o som e a queixa é outra, o cansaço de o ter sempre lá. No entanto, quando o zumbido passa a afetar o trabalho ou o sono todas as noites, deixa de ser um incómodo e passa a ser um problema de saúde para levar ao médico.

Tratamento do zumbido: o que se faz de facto

Nada do que está nesta secção é vendido por nós. É o percurso normal de quem procura ajuda em Portugal: começa no otorrinolaringologista, que tenta identificar a causa com exames, e continua, conforme o caso, com audiologistas, psicólogos, fisioterapeutas ou dentistas. Não existe medicamento aprovado para tratar o zumbido; existe, isso sim, um conjunto de abordagens que reduzem o incómodo e melhoram a qualidade de vida de quem convive com ele. Vale a pena conhecer este percurso antes de comprar seja o que for — incluindo antes de comprar o Aurivit.

Primeiro, um exame auditivo

A consulta começa pela história clínica e pela otoscopia: só de olhar para dentro do canal auditivo resolve-se uma parte dos casos. Depois vem a audiometria, que mostra se há perda auditiva — incluindo a perda ligeira, nos agudos, de que a pessoa nunca deu conta. Podem juntar-se a timpanometria, que avalia o tímpano e o ouvido médio, e as otoemissões acústicas, que avaliam o funcionamento das células ciliadas da cóclea. Existem ainda questionários validados, como o Tinnitus Handicap Inventory, que medem o impacto na vida real e servem para acompanhar a evolução ao longo dos meses.

Terapia sonora e mascaramento

A ideia é antiga e é a mais usada: dar ao cérebro outra coisa para ouvir em vez do silêncio absoluto. Há geradores de som do tamanho de um aparelho auditivo, programados com ruído neutro de baixo nível, e há aparelhos auditivos com mascarador incorporado. Não apaga o zumbido — reduz o contraste entre ele e o ambiente, e é esse contraste que o torna insuportável. Funciona tanto de dia como de noite, ao contrário do que muita gente supõe: um gerador de som pode ajudar a adormecer sem obrigar o quarto a ficar em silêncio absoluto.

Aparelho auditivo, quando há perda

Quando a audiometria mostra perda auditiva — e mostra na maior parte dos casos —, corrigi-la é a medida que mais vezes ajuda a melhorar a perceção do zumbido. Está indicado sempre que a perda tem impacto no dia a dia. O aparelho devolve a faixa de frequências que faltava, o ambiente volta a ter volume e o som interno deixa de ser o mais alto da sala: quando a audição melhora, o contraste com o silêncio diminui. Em Portugal a adaptação é feita por audiologistas, os aparelhos auditivos são dispositivos médicos sujeitos às regras do Infarmed, e há centros auditivos que fazem rastreios auditivos gratuitos — que não substituem a consulta médica. Nos casos de surdez profunda, a opção discutida é o implante coclear.

TRT: treinar a habituação

A Tinnitus Retraining Therapy junta duas peças: aconselhamento, para desarmar o alarme que o som dispara, e terapia sonora, para o cérebro deixar de lhe dar prioridade. Assenta no modelo neurofisiológico de Jastreboff, que descreve o zumbido como um circuito entre a via auditiva, o sistema límbico e o sistema nervoso autónomo. É lenta e exige sessões e ajustes — fala-se em meses, por vezes um ano ou dois. Em troca trabalha na parte que mais incomoda: a reação ao som, não o som.

Terapia cognitivo-comportamental e apoio psicológico

A TCC não tem como objetivo baixar o volume do zumbido. Tem como objetivo cortar a ligação entre o som e a resposta emocional que ele desencadeia, que é o que alimenta a insónia, a irritabilidade e o desânimo. É das abordagens mais propostas quando o problema deixou de ser o som e passou a ser o que o som provoca, e costuma andar de mãos dadas com a terapia sonora. Há psicólogos com formação específica em zumbido em Portugal — peça uma referenciação na consulta de otorrinolaringologia.

Relaxamento, sono e proteção auditiva

Respiração, mindfulness, ioga, exercício e um horário de deitar regular entram em quase todos os planos, porque baixam a tensão dos músculos da cabeça e do pescoço e reduzem a atenção dada ao som. Do outro lado está a prevenção: tampões em concertos, na obra e na sala de ensaios, volume moderado nos auscultadores, pausas no ruído. O que já se perdeu na cóclea não volta — proteger o que resta é a única medida que atua sobre a causa em vez de atuar sobre o incómodo.

Chás, pomadas e exercícios: o que dizer sobre isso

Chás, óleos mornos, pomadas mentoladas do tipo Vicks, cones de ouvido, manobras com os dedos na nuca: é o que aparece primeiro numa pesquisa e é onde muita gente começa. Nenhuma destas coisas tem prova de reduzir o zumbido, e algumas fazem mal — pôr seja o que for dentro do canal auditivo, do azeite à pomada, é a maneira mais rápida de acrescentar uma otite ou um tampão ao problema que já tem. O que se pode mudar em casa é outra coisa e é conhecido: baixar o consumo de café, álcool e tabaco, evitar o silêncio absoluto à noite, dormir as horas, usar tampões no ruído. Não é espetacular; é o que os otorrinolaringologistas repetem em todas as consultas.

O Aurivit é um suplemento alimentar. Não é uma terapia, não substitui uma audiometria, um aparelho auditivo, a TRT nem o acompanhamento psicológico, e não faz parte do tratamento do zumbido — não existe medicamento aprovado para tratar o zumbido, e um suplemento alimentar está muito mais longe disso. O que um suplemento faz é cobrir a ingestão de nutrientes, e as alegações autorizadas na União Europeia para os nutrientes que a fórmula contém são estas: o magnésio, a vitamina B12 e a vitamina B2 contribuem para o normal funcionamento do sistema nervoso e para a redução do cansaço e da fadiga; o zinco e a vitamina B2 para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis; a vitamina A e a vitamina B2 para a manutenção de mucosas normais e de uma visão normal. Nenhuma delas diz respeito à audição ou ao zumbido, e não é lapso nosso: não existe nenhuma alegação autorizada que faça essa ligação. Se marcou consulta, mantenha-a.

Como funciona a fórmula

«Neuro-Auditory Protection» está no rótulo porque descreve como os sete ativos dividem o trabalho. Cada um cobre uma frente diferente.

Corte da cóclea com os capilares que levam sangue ao ouvido interno

Circulação

Microcirculação do ouvido interno

As células ciliadas do ouvido interno não têm reservas: vivem do que o sangue lhes traz a cada momento, e é por isso que esta frente aparece em quase toda a literatura sobre o ouvido. O Ginkgo biloba está na fórmula com 240 mg por dia de extrato titulado a 24% de glicósidos flavonoides e 6% de lactonas terpénicas. Quantidade e titulação é tudo o que podemos declarar: as alegações relativas a plantas estão em suspenso na União Europeia, pelo que não lhe atribuímos qualquer efeito.

Perfil de uma cabeça com um sinal nervoso calmo a atravessá-la

Sistema nervoso

A frente do sistema nervoso

As alegações autorizadas desta frente pertencem aos nutrientes: o magnésio, a vitamina B12 e a vitamina B2 contribuem para o normal funcionamento do sistema nervoso e para a redução do cansaço e da fadiga; o magnésio contribui ainda para uma função psicológica normal. A Rhodiola rosea entra com 480 mg por dia de extrato titulado a 3% de rosavinas e 1% de salidrósido, com uso tradicional documentado no norte da Europa — e mais nada, porque sobre plantas as alegações continuam em suspenso.

Célula protegida por um escudo contra o stress oxidativo

Proteção

Defesa das células

A vitamina B2 contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis; a vitamina A para a manutenção de mucosas normais. É a parte de manutenção da fórmula: menos vistosa e a que se nota a longo prazo.

O que há dentro de uma cápsula

Sete ativos e mais nada. Ao lado de cada um está quanto toma numa cápsula e quanto num dia de duas.

Ingrediente Titulação Por cápsula Por dia (2 caps.) % VRN
Ginkgo biloba Ginkgo biloba L. 24 % / 6 % 120 mg 240 mg
Rodiola rosea Rhodiola rosea L. 3 % / 1 % 240 mg 480 mg
Magnésio Magnesii oxidum 36 mg 72 mg 19 %
Zinco Zinci citras 5 mg 10 mg 100 %
Vitamina B12 Cyanocobalamin 2,5 µg 5 µg 200 %
Vitamina A Retinol 400 µg RE 800 µg RE 100 %
Vitamina B2 (riboflavina) Riboflavin 1,4 mg 2,8 mg 200 %
Total de ativos 440,3 mg 880,6 mg 88 %

Os extratos são titulados: ginkgo a 24% de glicósidos flavonoides e 6% de lactonas terpénicas, rodiola a 3% de rosavinas e 1% de salidrósido. Ou seja, a quantidade de princípios ativos é a mesma em cada cápsula, lote após lote — não depende da colheita.

Composição completa

Como se toma

  1. Uma cápsula de manhã

    Ao pequeno-almoço, com um copo de água.

  2. Uma cápsula à noite

    Ao jantar. Espaçar as duas doses mantém o nível de ativos mais constante ao longo do dia.

  3. Dez dias por embalagem

    20 cápsulas, duas por dia. O ciclo avalia-se no fim, não ao terceiro dia.

Duas cápsulas dão 800 µg RE de vitamina A, ou seja, 100% do valor de referência do nutriente para o dia — por isso o Aurivit não se junta a outros suplementos com vitamina A.

Esquema: uma cápsula de manhã, uma à noite, durante dez dias

Porque é que o Aurivit só se encomenda aqui

O Aurivit não está na farmácia, não está na Amazon, não está nos marketplaces. Somos nós que o produzimos e o expedimos. É uma escolha e tem três razões concretas.

  1. O preço não paga três intermediários

    39 € em vez de 78 € não é uma promoção com contagem decrescente: é o que sobra quando se tira do preço o distribuidor, o grossista e a margem do ponto de venda. Na farmácia, o mesmo produto custaria o dobro — e não por valer mais.

  2. Sabemos de que lote vem a sua embalagem

    Cada encomenda sai do nosso armazém. Se nos telefonar por um problema, chegamos ao lote num minuto. Quando um produto passa por quatro mãos, essa cadeia parte-se.

  3. Paga quando o tem na mão

    Sem adiantamento, sem introduzir cartão num site. O estafeta entrega, olha para a embalagem e paga em dinheiro ou com cartão. Se não o convencer, não paga.

O que dizem os clientes

Reproduzimos o que nos dizem ao telefone quando ligamos de volta depois do primeiro ciclo.

Trabalhei vinte anos numa serralharia e o apito tenho-o desde sempre. Não desapareceu, mentia se dissesse o contrário. Mas ao serão adormeço agora sem estar a pensar nisso, e antes era o que me mantinha acordado.

José M. Braga, 58 anos

Tomei mais pelo cansaço do que pelos ouvidos, sinceramente. Na segunda semana dei por mim a aguentar melhor o barulho do open space. O zumbido continua, mas incomoda-me menos.

Ana R. Lisboa, 46 anos

A minha mulher dizia que punha a televisão demasiado alta. Ao fim de um mês deixou de dizer. Não sei quantificar, sei que a discussão do serão acabou.

Mário C. Porto, 63 anos

Toco bateria desde o secundário e durante anos sem tampões. Encomendei a primeira embalagem por curiosidade. A diferença notei-a no carro, que é onde ouvia mais o apito.

Sílvia D. Coimbra, 41 anos

Encomendado numa sexta, chegou na quarta. Paguei ao estafeta sem adiantar nada, e isso convenceu-me mais do que a publicidade. Vou na segunda embalagem.

Francisco P. Faro, 55 anos

Primeira embalagem acabada. Ao serão o zumbido ouve-se menos, mas o que mudou mesmo foi conseguir acompanhar quem fala ao restaurante sem pedir para repetir.

Helena V. Setúbal, 49 anos

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Perguntas frequentes

Preciso mesmo de fazer uma audiometria se já sei que é zumbido?

Sim, e é o primeiro passo, não o último. A audiometria não mede o zumbido — mostra o que está por baixo dele. Na maioria dos casos aparece perda auditiva, muitas vezes ligeira e só nos agudos, de que a pessoa nunca tinha dado conta. É precisamente essa perda que costuma ter resposta, através de aparelho auditivo ou de terapia sonora.

O exame é rápido e não dói: uma cabine, auscultadores, carrega-se no botão quando se ouve o som. Ao lado dela o médico faz otoscopia e pode pedir timpanometria ou otoemissões acústicas. Se o zumbido for de um ouvido só ou pulsátil, costuma juntar-se exame de imagem.

Zumbido com audiometria normal também existe. Mesmo aí o exame vale a pena, porque exclui a hipótese mais comum e reorienta a investigação para outro lado.

Tenho zumbido só no ouvido esquerdo. É diferente de ter nos dois?

É, e por isso não convém adiar a consulta. O zumbido nos dois ouvidos é o padrão da perda auditiva por ruído e por idade, e o padrão da maior parte dos medicamentos ototóxicos, que afetam os dois lados. O zumbido de um lado só é o que os manuais assinalam como sinal de alerta.

Na maioria das vezes a explicação é banal: um tampão de cera, uma otite, uma diferença de audição entre os dois ouvidos. Mas é também a forma como se apresenta o neurinoma do acústico, um tumor benigno do nervo, e algumas alterações vasculares. Perante zumbido unilateral, sobretudo com perda de audição, tonturas ou desequilíbrio, o otorrinolaringologista pede ressonância magnética.

Enquanto isso não estiver esclarecido não há nada para tomar. Um suplemento diário não é a resposta a um som que apareceu de repente num ouvido só.

A tensão arterial alta provoca zumbido?

Pode estar por trás dele, sobretudo do tipo pulsátil — o que bate ao ritmo do coração e sobe com o esforço. Nesse caso o som não é fantasma nenhum: é fluxo sanguíneo turbulento em vasos junto ao ouvido, e por vezes o médico consegue ouvi-lo com o estetoscópio sobre o pescoço ou sobre o ouvido.

Hipertensão mal controlada, aterosclerose, colesterol alto, diabetes e anemia estão todos nesta lista. A consequência prática é simples: mede-se a tensão, fazem-se análises e trata-se o que houver para tratar. Quando é a tensão que está na origem, é o controlo da tensão que mexe no sintoma.

O Aurivit não tem qualquer efeito sobre a tensão arterial e não deve ser usado como se tivesse. Se toma medicação para a tensão, mantenha-a e fale com o seu médico antes de acrescentar o que quer que seja.

Que medicamentos podem provocar zumbido?

A lista é longa e é conhecida: aspirina em doses altas e outros anti-inflamatórios, antibióticos aminoglicosídeos e algumas fluoroquinolonas, diuréticos como a furosemida, citostáticos como a cisplatina, antimaláricos e alguns antidepressivos. Chamam-se ototóxicos porque lesam a cóclea ou o nervo, e o padrão típico é o zumbido começar nos dois ouvidos pouco depois de se iniciar o fármaco.

O que não se faz é suspender por iniciativa própria. Leva-se à consulta a lista completa do que se toma — receitado, de venda livre e suplementos — e é o médico que decide se troca, se suspende ou se mantém. Rever a medicação faz parte de qualquer avaliação de zumbido.

A regra vale nos dois sentidos: está descrita uma interação entre o extrato de Ginkgo biloba e os anticoagulantes e antiagregantes plaquetários, por isso o Aurivit entra na mesma lista que se leva à consulta.

A tensão no pescoço e a má postura podem agravar o zumbido?

É uma queixa frequente e tem uma parte reconhecida. Traumatismos e lesões da cabeça e do pescoço estão entre as causas de zumbido, e a disfunção da articulação temporomandibular pode juntar, no mesmo quadro, dor de ouvido, dor cervical e zumbido. Há quem note que o som muda quando aperta os dentes, roda a cabeça ou carrega na nuca: isso é informação clínica e deve ser dita na consulta, porque orienta o diagnóstico.

O que se faz nestes casos já não é só otorrinolaringologia: é fisioterapia, correção postural, goteira oclusal quando há bruxismo e técnicas de relaxamento para baixar a tensão dos músculos da cabeça e do pescoço. Quem trata a articulação é um médico dentista com formação em disfunção temporomandibular e dor orofacial, muitas vezes em conjunto com o otorrinolaringologista.

Nenhum suplemento desfaz tensão muscular cervical nem corrige uma mordida. Se o seu zumbido muda com o movimento da mandíbula ou da cabeça, é por aí que começa.

Porque é que o zumbido se ouve mais à noite?

Porque, durante o dia, o ruído de fundo o mascara. Quando a casa fica em silêncio, não há nada que o tape, e é aí que o cérebro lhe dá prioridade. Não é o zumbido que aumenta: é tudo o resto que desaparece.

O que funciona é não se deitar em silêncio absoluto. Uma ventoinha, um desumidificador, música instrumental baixa ou ruído branco chegam para o quarto deixar de ser uma câmara anecoica. Manter a hora de deitar e cortar a cafeína ao fim da tarde ajudam pelo mesmo caminho.

O Aurivit não é um indutor do sono, não leva melatonina e não se destina a tratar problemas de sono. As alegações autorizadas dos nutrientes que leva são outras: o magnésio e a vitamina B12 contribuem para o normal funcionamento do sistema nervoso e para a redução do cansaço e da fadiga. Nenhuma delas diz respeito ao sono nem ao zumbido.

É o zumbido que dá ansiedade ou a ansiedade que dá zumbido?

Os dois, e é isso que torna o ciclo difícil de quebrar. O stress e a ansiedade aumentam a perceção do zumbido porque é o sistema límbico que decide a que sons o cérebro dá atenção. Depois o zumbido tira o sono e a concentração, e isso alimenta outra vez a ansiedade.

Por isso a maioria dos otorrinolaringologistas trata o impacto e não só o som: apoio psicológico, terapia sonora, TRT. Quem quebra o ciclo pelo lado do descanso costuma dizer que o som continua igual mas deixou de estar em primeiro plano.

Na fórmula, o magnésio e a vitamina B12 contribuem para o normal funcionamento do sistema nervoso e para a redução do cansaço e da fadiga; o magnésio contribui ainda para uma função psicológica normal. São alegações sobre nutrientes em pessoas saudáveis: não tratam ansiedade nem zumbido, e não substituem acompanhamento clínico.

O magnésio faz bem aos ouvidos?

Não existe nenhuma alegação de saúde autorizada na Europa que ligue o magnésio à audição, e nós não vamos inventar uma. As alegações autorizadas são outras: sistema nervoso, função psicológica, cansaço e fadiga, função muscular, equilíbrio dos eletrólitos.

Está na fórmula por causa dessas — a frente do sistema nervoso é a que mais pesa em quem convive com zumbido há anos. Quem lhe disser que o magnésio protege as células auditivas está a ir além do que os dados permitem.

O zumbido nos ouvidos tem cura?

Depende inteiramente da causa. Se vier de um tampão de cera, de uma otite ou de um medicamento ototóxico, resolve-se a causa e o som vai com ela. Se vier de perda auditiva neurossensorial — o caso mais comum — costuma ficar.

Ficar não significa piorar. A tendência é de estabilização, e com aparelho auditivo, terapia sonora e apoio na parte emocional muita gente chega à habituação: o som continua lá, deixou é de ocupar o primeiro plano.

O Aurivit não elimina um zumbido e nenhum suplemento o faz. Quem promete cura está a vender outra coisa.

Que alimentos e hábitos pioram o zumbido?

Os que aparecem com mais frequência nas listas dos otorrinolaringologistas são cafeína, álcool, tabaco, sal e açúcar em excesso. O café e o chá preto são estimulantes e aumentam a perceção do som; a nicotina reduz o fluxo de sangue ao ouvido interno e o álcool mexe com a circulação; o sal conta sobretudo quando há tensão arterial alta por trás.

Dormir mal e passar o dia com auscultadores no volume alto fazem mais estrago do que qualquer alimento. Baixar o volume e dormir as horas é, sem exagero, a intervenção mais barata disponível.

Ao fim de quanto tempo se sente alguma coisa?

O ginkgo trabalha na microcirculação e a microcirculação não muda em dois dias. Quem nos atende ao telefone fala de uma diferença sentida entre o fim da primeira embalagem e meio da segunda — portanto entre o décimo e o décimo quinto dia.

A primeira coisa que costuma mudar não é o volume do apito, mas o espaço que ocupa: nota-se menos ao serão e adormece-se sem pensar nele.

Uma embalagem chega?

Uma embalagem são dez dias. Serve para perceber como reage: se o tolera bem, se nota alguma coisa. Para um ciclo completo são precisas pelo menos duas embalagens seguidas, porque é em trinta dias que extratos titulados são normalmente estudados.

Pode tomar-se com outros medicamentos?

O ginkgo biloba interfere com anticoagulantes e antiagregantes plaquetários. Se toma varfarina, aspirina em dose cardiológica ou semelhantes, fale primeiro com o seu médico.

O mesmo se aplica à gravidez e amamentação ou a uma cirurgia marcada para as próximas duas semanas.

Quanto custa o envio?

O envio para Portugal continental está incluído nos 39 €. O estafeta entrega em 2–5 dias úteis e paga-se-lhe a ele, em dinheiro ou com cartão.

Tenho de pagar alguma coisa agora?

Não. Nesta página deixa apenas nome e número de telemóvel. O pagamento é feito na entrega, ao estafeta. Não pedimos dados do cartão e não os guardamos.

O Aurivit é um medicamento?

Não, é um suplemento alimentar. Não substitui um diagnóstico nem um tratamento. Se o zumbido surgiu de repente ou afeta só um ouvido, o primeiro passo é uma consulta de otorrinolaringologia.

O que fazer quando se tem zumbido nos ouvidos?

Marcar consulta de otorrinolaringologia e levar a lista completa dos medicamentos que toma. O que o especialista faz é isto: história clínica, otoscopia para ver o canal auditivo, audiometria e, se for preciso, timpanometria, otoemissões acústicas ou exames de imagem. Sem identificar a causa não há plano nenhum — e há causas que se resolvem na própria consulta, sendo um tampão de cera a mais banal de todas.

Enquanto espera pela consulta há duas coisas que ajudam e não custam nada: não se deitar em silêncio absoluto, porque uma ventoinha ou ruído branco baixo chegam para o quarto deixar de o amplificar, e reduzir o consumo de café, álcool e tabaco. Baixar o volume dos auscultadores e usar tampões em ambientes ruidosos evita que o problema cresça.

O que não se faz é meter seja o que for dentro do ouvido e esperar meses para ver se passa. Um som que apareceu de repente, num ouvido só ou com tonturas, é para ser visto em dias.

Qual é a origem dos zumbidos nos ouvidos?

Na maior parte dos casos, uma perda auditiva. As células ciliadas da cóclea deixam de entregar uma faixa de frequências ao cérebro e o córtex auditivo preenche esse vazio com atividade própria. É por isso que o som se ouve dentro da cabeça sem ter fonte nenhuma lá fora.

Essa perda pode vir do ruído, da idade, de um medicamento ototóxico ou de uma doença do ouvido interno como a de Ménière. Somam-se as causas mecânicas e vasculares — cera impactada, otite, tensão arterial alta, alterações dos vasos junto ao ouvido — e ainda os fatores que não criam o som mas lhe sobem o volume: stress, ansiedade, noites mal dormidas.

Por ser um sintoma que pode ter dezenas de origens, o diagnóstico faz-se com exames e por exclusão. É trabalho de um médico, não de uma pesquisa.

Como tratar o zumbido de forma natural?

Depende do que se entenda por natural. Se for chá, óleos, pomadas mentoladas ou cones de ouvido, não há prova de que reduzam o zumbido, e pôr substâncias dentro do canal auditivo só acrescenta risco de otite e de tampão de cera. Se for hábitos, aí há coisas conhecidas e sem custo: sono regular, exercício, menos cafeína, álcool e tabaco, proteção auditiva no ruído, nunca dormir em silêncio absoluto.

As abordagens que os serviços de saúde usam também não são fármacos: terapia sonora, aparelho auditivo quando há perda, TRT e terapia cognitivo-comportamental. É o que existe com resultados descritos e é onde vale a pena investir o tempo.

O Aurivit é um suplemento alimentar e não entra nesta lista. Cobre a ingestão de nutrientes; não trata o zumbido nem substitui nada do que está acima.

Existe algum tratamento novo para o zumbido no ouvido?

Aparecem com regularidade dispositivos e aplicações: estimulação sonora combinada com estimulação da língua ou do nervo, apps de mascaramento, programas de habituação à distância. Uns estão em investigação, outros já se vendem. Nenhum elimina o zumbido e nenhum substituiu ainda a base — identificar a causa, corrigir a perda auditiva quando existe e trabalhar a reação ao som.

Não existe até hoje medicamento aprovado para tratar o zumbido. Quando ler que existe, veja quem está a vender.

Dizemos o mesmo do nosso lado: o Aurivit não é um tratamento, novo nem antigo. É um suplemento alimentar com cinco nutrientes e dois extratos titulados.

O zumbido no ouvido pode ser sintoma de problemas no fígado?

Não há relação estabelecida entre doença do fígado e zumbido. A pergunta aparece muito nas pesquisas, provavelmente por causa de leituras tradicionais que associam o ouvido a órgãos internos, mas não é isso que se encontra numa consulta de otorrinolaringologia.

O que existe, e é diferente, são condições gerais que passam pelo sangue e podem afetar o ouvido interno: anemia, hipertensão, diabetes, alterações da tiroide. E há sobretudo os medicamentos — alguns dos usados em doenças hepáticas e renais são ototóxicos, e nesse caso a origem é o fármaco, não o órgão.

É por isso que a avaliação inclui análises e revisão da medicação. Se tem uma doença crónica e apareceu zumbido, leve as duas coisas à mesma consulta.

O meu zumbido pode ser labirintite ou doença de Ménière?

Pode, e distinguem-se pelo que vem com ele. Na labirintite há vertigem intensa, náuseas e audição abafada, quase sempre a seguir a uma infeção; melhora em dias ou semanas e o zumbido costuma ir atrás. Na doença de Ménière as crises repetem-se ao longo dos anos: vertigem que dura horas, perda auditiva que vai e vem, sensação de pressão no ouvido e um zumbido grave, habitualmente de um lado só.

Nenhuma das duas se diagnostica em casa. São condições com exames próprios — audiometria repetida ao longo do tempo, provas de equilíbrio, por vezes ressonância — e com seguimento próprio, que na doença de Ménière inclui alterações da dieta, nomeadamente a redução do sal.

Se as tonturas fazem parte do seu quadro, é essa a consulta a marcar. Um suplemento alimentar não tem nada a fazer neste capítulo.

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